
As Valerianas são como a mão do Senhor, do próprio Deus, resgatando os que se afogam nos mares mentais tormentosos da ignorância sobre as Suas Leis.
São as irmãs das estrelas que, vestidas com o manto fluídico à semelhança de Maria, mergulham nas densas trevas da psicosfera humana para resgatar muitos filhos do desespero, dos labirintos inoperantes do alheamento mental.
São o sorriso farto que esparge luz nas vielas lúgubres das existências paralisadas pela infantilidade emocional.
São mesmo, como as flores que levam seu nome-grupo, delicadas e objetivas, expansivas e decididas, disponibilizadas ao terno ato de nos reinspirar a renascer em vida.
São as ‘fadas’ da compreensão, reindicando caminhos para a redenção. Antes, através do seu ‘sopro’ inspirativo, nos reatribuem o valor próprio do qual há muito abdicamos.
As Valerianas nos tiram do limbo do autoesquecimento. São espíritos que configuram mais um grupo de representantes das professoras da ‘Santa dos Perdidos’, da ‘Mãe dos desertores do Amor’, da ‘Mão instigadora da Vida e da Felicidade’!
As Valerianas coordenam e conduzem os grupos dos elementais da Natureza do elemento ar (também chamados ‘mistérios do ar’), especificamente: sílfides e silfos, fadas, cuja atribuição, junto a elas, é a da limpeza das degradantes formas-pensamento coladas, literalmente, na cabeça dos humanos.
É comum a presença destes elementais atuando por sobre as ondas, vibrando o vento que as impulsiona com a energia do refrigério da renovação, auxiliando as ondinas na lavagem dos corpos que se banham, sem se dar por conta da higienização amorosa da ‘Mãe dos Exaustos’, nas praias do planeta afora.
A cor de suas vestes varia entre o verde água, azul translúcido, prata leve, dourado calmante (cujo ‘pozinho’ espargem pelo ar, como remedinho calmante) e lilás, e estas mesmas cores são utilizadas por elas como terapia cromoterápica no trato da composição fluídica de encarnados e desencarnados.
Deus age de formas tão delicadas, proporcionando presenças curadoras inimagináveis em ininterrupto benefício dos seres humanos, ainda que eles desconheçam completamente Sua estrutura de auxílio, infindo em Amor!
Sempre que vir uma estrela cadente, é um grupamento de amor das Irmãs Valerianas sinalizando no ar dos céus esperançosos a alegria de mais uma tarefa de amparo coletivo cumprida na Terra!
Com muito amor, com o brilho de uma estrelinha,
| Irmã Clara (uma serva de Deus, de Jesus e de Maria, Graciosa Mãe)
Mensagem psicografada no dia 07 de janeiro de 2026.
