Apresento-me novamente como o amigo que partilha as suas experiências no nosso Lar de Redenção.
Bem sabes que fui médico na Terra, descompromissado com a boa prática da Medicina, ávido por rótulos e títulos ilusórios que não cabem aos verdadeiros médicos de Jesus.
Hoje, no papel de humilde enfermeiro, tenho alargado o meu olhar, enquanto humano mais fraterno, aprendendo a amar os que, como eu, não tiveram coragem de sustentar a vida mediante seus processos reencarnatórios (refere-se mentalmente ao seu suicídio). Fico feliz por poder colaborar, trazendo um pouquinho mais de informações do lado de cá.
Sim, não são raros os pacientes que abandonam os seus tratamentos por aqui. Também não escasseiam os que fogem da oportunidade de reajuste neste ambiente que é, ao meu ver, majoritariamente, uma escola para a alma.
Exatamente como na Terra, quando os alunos fogem às aulas, abandonam o ano letivo, e tornam-se escapistas do seu próprio processo evolutivo. Não temos a permissão de segurar ou forçar ninguém a ficar. Não poderia ser diferente, ou contrariaríamos a quase lei do livre-arbítrio.
Os enfermos que se decidem por abandonar o Lar, seja de modo pensado, ou estando sob influência de obsessores ou perseguidores, tornam-se presas fáceis (quando ficam ‘soltos’ por aí). Primeiramente, de seus próprios processos mentais, ainda tão adoecidos psíquicos que são. Então, são ainda mais facilmente imantados aos seus algozes particulares, ou mesmo ‘engolidos’ (perdoe o forte termo, mas assim o é) pelas turbas de vampiros cruéis dos dementados que, situados em seus próprios monoideísmos, não encontram defesas para evitar assédios e subjugações tão cruéis.
Sim, quando eles ‘escapam’, ou decidem voltar ao cenário terrestre em busca de parentes, estão sujeitos – e muito – a, no meio do caminho, ser pegos pela vilania de tantos oportunistas de dores alheias.
Não raro, os familiares encarnados sentem as suas presenças, ainda que as sensações não sejam, obviamente, as proporcionadas por um ser equilibrado, como paz, alegria, excitação, felicidade… As impressões são de aflição, angústia, opressão e, muitas vezes, medo, pânico.
Todos os irmãos nessa condição necessitam de muitas orações, para que reencontrem o caminho da luz, inspirando-os a, na medida do possível – e mediante o enfrentamento dos obstáculos íntimos de suas almas –, retornar para os seus tratamentos e autocuidados profundos.
Estamos sempre à disposição, irmã, amparando, e nunca abandonando aqueles que se decidem pela retomada da rota consciencial.
Se Jesus nunca nos abandona, nós, seus servos alegres, também comprometidos com a nossa estrada evolutiva em busca de lucidez, saúde, paz e amor, estaremos sempre prontos para segurarmos nos braços os que, cansados de sofrer, exauridos pela dor, decidem-se pelo amor: a si mesmos e ao próximo, curando-se para a felicidade.
Com respeito e amor,
| Américo (o enfermeiro de Jesus)
Mensagem psicografada no dia 21 de janeiro de 2024.
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