A cabeça da gente é isso, é esse turbilhããão de insensatez, essa máquina incansável em, se não dominada pela coerência, nos fazer produzir todo tipo de besteiras mentais, de pensamentos negativos, derrotistas, pessimistas. Tem gente que desde jovem cria nas telas mentais, por exemplo, como vai morrer, cria todo tipo de doença, de tragédia, e passa a vida alimentando este ‘futuro’, que não acontece. E a pessoa passa a vida na paranoia.
É uma miséria, mas é miséééria mesmo este tipo de permissão que a gente concede a este ‘carro sem freio’ desgovernado, e sem motorista! Porque você, que é o motorista, tá onde?!? Onde é que tá a tua cabeça alucinada, cheia de bobagem?!? Tá em qualquer lugar que não seja segurando com segurança, coragem e atenção plena o seu volante, de olho em você e na sua estrada da vida! Cê tá viajando fora do carro!
Ou você tá alimentando o abandono da própria casa, que tá lá, de porta aberta, janela escancarada, com uma poeira, uma desorganização danada tomando conta de tudo, uma indiferença de você para com você, com a sua ambiência!
Aí tudo quanto é intruso vem, se instala, toma conta da sua estrutura…desestrutura, né? Porque você largou as suas barreiras, abandonou as próprias fronteiras, não pôs limite para si mesmo com essa cabeça atormentada por caos, e qualquer traste entra para te habitar, pensamento ou pessoa, vai te habitar, e vai dirigir a tua vida, a tua cabeça, te levando para onde quer!
Cadê você na sua vida???
Quem é que te planeja, te constrói (e pode te destruir, já que é teu dono)? Porque você não decide, não seleciona, não banca com a mínima maturidade as escolhas que são melhores para você!
Aí vem a ansiedade, construída sobre bases fantasiosas horríveis de quem não está aterrado, e tacando lenha na fogueira pro imaginário criar situações na vida negativas, pessimistas, alimentando o medo, e querendo controlar a vida do lado de fora, o externo que não tem controle!
Vem a depressão, os transtornos diversos, as síndromes psicossomáticas que destroem o corpo físico. Vêm as neuroses, as monoideias trágicas, de tão horrorosas que são, porque fomentam a alienação, a fuga da realidade; vêm os complexos com mais força ainda, se tornando quase entidades autônomas que comandam todo o resto, todos os outros departamentos das nossas vidas. Claro! Comandam você, que se abandonou, e segue fixado no sofrimento, nas cores mórbidas do passado que te doeu!
Encara de frente o que é o quê! Quem é quem! Tira o véu de si mesmo e entenda os espaços que você ocupa em si mesmo. Mapeia todas as bagunças da casa, da sua casa! Pra pelo menos saber onde a desestrutura está, onde os lixos mentais estão.
A gente só arruma o que vê. Pois tenha coragem para olhar e achar o que precisa ser visto e arrumado! Senão o seu cérebro, o seu psiquismo vai ser invadido por criações mentais ‘involuntárias’ dos teus conteúdos psíquicos inconscientes e ainda deseducados; ou por pensamentos desequilibrados e desequilibrantes, inspirados por quem está na sua sintonia de tragédia, de decadência moral e de abandono. E olha que nós temos quase uma humanidade inteira nessa faixa vibratória!
Você vai ser invadido por um mar de formas-pensamento alheias, discordantes e doentes, como as ondas de um mar revolto que engolem qualquer um com seu teor de medo, negatividade, te puxando pro fundo e te adoecendo! E adoece mesmo! Leva multidões à loucura, literalmente!
Se dê esta dignidade: domine-se. E, para se dominar, é preciso d-e-c-i-s-ã-o! ‘A vida pede coragem. A felicidade pede atitude!’ . Eu amo essa frase, esse subtítulo de qualquer vida aprumada para a paz íntima. Visão de gente de cabeça boa, que está no mundo para brilhar! E brilhar é, primeiro, conhecer os seus recônditos, seus cômodos mais incômodos, escuros. Vazios de nós mesmos.
Eu gosto muito dessa gente (minha maneira de me referir com carinho e admiração) inquieta, no sentido de atenção ao seu processo de autodescoberta! De sondagem das suas paisagens, terrenos. Dos seus museus!
Coragem, queridos! É muito digno e nobre enfrentar as suas dores. As suas doenças, que são, antes de tudo, da alma! Da mente sem base crítica. Eu aplaudo de pé quem se decide por si e banca se ocupar, se ambientar em si. E, sim, descobrir um monte de ‘coisa feia’, de sujeira, de pó, de teias… mas eu já estou com tudo em mãos, na cabeça, para tornar a minha mente o meu palácio de serenidade e equilíbrio. E lucidez para enfrentar o que a vida me propuser: provas, expiações, desafios afetivos, familiares, financeiros, doenças físicas!
Quando eu estou em mim, não há pânico. Não há ansiedade. Há confiança em mim, no agora, em Deus, esse Pai educativo tão amoroso e benevolente.
Portanto, ocupa o teu lugar em você mesmo(a)! Se apoie! Se for preciso – e, muitas vezes, é, para a maioria das pessoas, inclusive para quem promove atendimentos psicológicos, psiquiátricos –, busque apoio profissional para te auxiliar a desidentificar de tantas criações mentais indevidas, e te ajudar a colocar as mãos no volante do teu carro novamente. Não há vergonha em pedir ajuda, pelo contrário, há força!
Ame-se! Busque-se!
Olha pro teu ‘feio’ pra descobrir nele a lindeza da luz que você é!
Não pira! Decida-se pela tua coragem em seguir se superando com dignidade, autorrespeito e amor, e mexa-se rumo à tua felicidade!
Com muito amor,
| Luiz Antônio Gasparetto
Mensagem psicografada no dia 14 de agosto de 2025.
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