Revisitem, nas horas vagas dos afazeres gerais, seus atuais quadros mentais, filhos. Para onde a avidez pelo status de alguma relevância material, social, tem levado as suas vidas?
Analisem, como os pesquisadores o fazem com seus precisos microscópios, o material psíquico das suas características mentais. ‘O que eu realmente sou e preciso?’. Siguemos sondando, por exemplo, as estruturas dos fatos passados que carecem de ressignificação; das más interpretações das conjecturas familiares, das perspectivas voláteis e volúveis sobre os parceiros de caminhada que compõem a rede evolutiva.
Avaliemos, com a isenção do vitimismo e nos furtando o julgamento sentencioso alheio, os fatos reais que estipulam o nosso estar no mundo e o nosso papel nele. Mensuremos as nossas verdadeiras condições afetivas, financeiras, representatividade social. E nos distanciemos da criação mental de enredos virtuais fantasiosos, que nos anestesiam os sentidos e a visão coerente, sob o falso pretexto de nos aliviar as atuais revoltas e fugir das dores da alma.
Nos compete, mais do que nunca, e a exemplo do chamado que o doce Cordeiro Benevolente, Jesus, pessoalmente me fez outrora (se emociona), avaliar a realidade pessoal que nos urge conhecer, mapear, identificar e integrar, para transcendê-la em oportunidades objetivas de ação e superação conscientes.
Há bilhões de pessoas fugindo das suas realidades pessoais, encarcerando-se em ‘dopamínicas mentiras acolhedoras’, para escapar das suas infelicidades, estas sim, realidades fatídicas implacáveis do mau uso do livre arbítrio em caminhos passados.
Parem agora, meus filhos, de crer nas invenções estampadas como pueril felicidade prática (a de que os relacionamentos afetivos tudo resolvem, o dinheiro, a posição na cadeia social, a representatividade midiática), que flui das correntezas mentais cruéis e incansáveis dos agentes malignos das sombras, obcecados pela criação, nos seus sofisticados laboratórios científicos, de ferramentas hipnóticas (hoje, na figura das inteligências artificiais) que promovem o eficientíssimo efeito de distrair, enganar enquanto pirotecnica tecnológica, frustrar e deprimir, momento a momento, aqueles que ainda não acordaram para o conhecimento da estrutura da vida espiritual.
A vida material, em si, é vazia em significado. Oca, em manifestação. Apenas mediante o conhecimento da nossa individualidade, das Leis de Deus e do Evangelho de Jesus podemos tornar a matéria instrumento da nossa evolução individual e do progresso coletivo.
O que nos preenche, espiritualmente, é o que nos propomos a fazer da nossa educação racional, construindo novos cenários de realização própria, a partir de profunda análise da estrutura íntima, condições reencarnatórias e potenciais da alma.
Coragem na leitura pessoal!
Distanciamento da preguiça consciencial que induz ao ócio, à alienação e à infelicidade!
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. This category only includes cookies that ensures basic functionalities and security features of the website. These cookies do not store any personal information.
Any cookies that may not be particularly necessary for the website to function and is used specifically to collect user personal data via analytics, ads, other embedded contents are termed as non-necessary cookies. It is mandatory to procure user consent prior to running these cookies on your website.