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“A tua paz ocupará o mundo!” – Psicografia de Eleanor Roosevelt

By 24/07/2026 julho 27th, 2026 No Comments
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Que a Paz do Nosso Senhor Jesus, o Cristo, habite o coração de todos vocês!

Você é o(a) representante da paz que diz ser no planeta?

Será que a paz que desejamos que se estabeleça no mundo exterior preenche, antes, os nossos espaços mentais pessoais? 

Quando efetivamente sim, ela, a paz, é decisão que se transfere natural e fraternalmente de ambiente, e erradica todas as desigualdades, o medo, a morte provocada. 

Quando não, todos os cenários da vida social se configuram como oportunos para a validação e prática das nossas violências. Das disputas orgulhosas, da provocação, da invasão, apropriação indevida, da maculação da paz alheia. Somos faíscas na iminência de  detonar (e muitas vezes desejosas em fazê-lo) barris de pólvora que infestam de ódio todos os ares da psicosfera coletiva, convocando outras práticas agressivas à manifestação.

Não há paz se há em você:

Vielas obscuras no psiquismo, representadas pelos pensamentos de inveja, tensionados pela insegurança. 

Ruas desertas de autocrítica, no cruzamento das avenidas onde trafegam, dia a dia, ansiedades gananciosas, presas no trânsito da infantilidade emocional.

Praças decadentes, povoadas pela solidão separatista da arrogância dos que creem deter verdades absolutas. 

Comunidades escassas em higiene mental, inoperantes no saneamento dos instintos, abandonadas pela própria consciência preguiçosa que não se ilumina.  

Vilas aparentemente nobres, cujas floreiras no portão escondem o escandaloso desejo por manipulação, poder e dominação.

A casa fraca silenciada, aturdida pelo pó seco dos velhos conceitos (tais quais nos tristes filmes de faroeste), pela falta de coragem na luta pelo Bem, na resistência e combate à opressão contra os direitos humanos de cada único ser. 

O quintal baldio da loucura iminente. Os jardins secos humilhados pelo descaso do orgulho. A calçada provocativa dos julgamentos, o chão incerto da teimosia intransigente. Os porões da antipatia, da ira gratuita.

Igreja caída, de único fiel hipócrita, com verborragia tendenciosa das letras mal interpretadas, crente na validação cega, pelo seu ‘Deus’, das condutas preconceituosas, misóginas, homofóbicas, transfóbicas, sexistas, xenofóbicas…

Muitos são megalópoles de fachada, vendendo a falsa aceitação da diversidade inclusiva, do belo e do equilíbrio, na tentativa de enganar a todos sobre as fétidas e venenosas ideologias obscurantistas entranhadas nas suas desequilibradas estruturas íntimas, corações falidos.

Revisite o teu universo pessoal e reflita com sinceridade libertadora: 

Onde em mim há zonas de guerra que o mundo externo me espelha?

Quando em mim o oportunismo das violências que desejam ter razão, manipular e dominar?

Por que, no coração, as intransigências cegas que nos separam, distanciam e alienam?

Apaga a brasa avassaladora do revide que advoga sempre em causa própria, alimentando a utópica vitória do ego carente e imaturo. 

Não sucumba ao revide da agressão física, à tentação da resposta verbal à altura. À concatenação viciosa dos planos de vingança, à queda de braço entre inteligências sem razão. 

E traga para o coração a serenidade dos que compreendem as diferenças como oportunidade de acolhimento afetuoso das zonas ainda submergidas do teu obscuro inconsciente desconhecido.

Mais, não use o ambiente coletivo como ringue, onde toda a população é tida como tua adversária, culpada pela tua infelicidade material, luto afetivo, insanidade espiritual.

É a erradicação de todos os teus espaços obscuros, ocupados pela negligência na autocrítica, que te trará paz e forças para seguir na retidão de caráter, ainda que o mundo externo te hipnotize em desassossegos.

Há uma vigilância invisível da energia da maldade no mundo que nos amedronta e oprime, incentiva a propagação da dor e do sofrimento no campo cínico das injustiças. Mas há a onipotente, onipresente, onisciente e magnânima energia do amor e da justiça, Deus, que a tudo vê, corrige e pacífica. 

“Bem-Aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra.” (Mateus, 5:4)
“Bem-Aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.” (Mateus, 5:9)

Nenhuma adequação ao equivocado, nenhuma exploração da vulnerabilidade dos já caídos passará incólume. Vigia para que o teu desassossego em ser, poder, ter não seja arma narcísica opressora e desencaminhe outras vidas.

É a tua própria paz que te perdoará de ti mesmo! Aprenda a fazer paz no mundo íntimo, para que celebremos, em breve, a paz coletiva!

| Eleanor Roosevelt

Mensagem psicografada no dia 24 de julho de 2026.

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